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Infecção tratada com antibioticoterapia e cuidado

Você certamente já ouviu falar sobre o que é a infecção hospitalar e antibioticoterapia. Vamos te explicar melhor sobre o assunto e dar dicas de como evitá-la

Qualquer pessoa pode ser vítima de infecção, porém ela é mais comum em pacientes com sistema imunológico em baixa ou que usam o mesmo antibiótico por muito tempo, pacientes entubados, e os que fazem uso de sondas ou cateteres. Infecção hospitalar é a proliferação de microrganismos (vírus, bactérias, protozoários ou fungos) no corpo do ser humano que acontece com grande frequência, como o nome diz, dentro dos ambientes hospitalares.

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Porém, esses microrganismos multirresistentes podem ser encontrados tanto em ambiente hospitalar quanto fora deste contexto. Entretanto, como dentro de hospitais a proximidade com outros pacientes doentes é maior, e ficando muitas vezes por longa permanência internados, esses pacientes também podem virar colônia para bactérias mais resistentes, ou seja, o risco pode ser bem maior. Inclusive, este é um dos grandes desafios para os hospitais: o controle de infecções.

O diagnóstico é feito das seguintes formas:

  • Observação geral e clínica do paciente,
  •  Monitoramento e análise do prontuário,
  • Análise de exames laboratoriais.

Antibioticoterapia para tratar e prevenção para não proliferar

O uso racional e bem orientado dos antibióticos podem trazer inúmeros benefícios para a vida dos pacientes em tratamento, isso para qualquer faixa etária, inclusive idosos. É comum acontecerem casos de infecção hospitalar, apesar das medidas que tem sido tomadas com o objetivo de diminuir cada vez mais as estatísticas. Para evitar, é importante que sejam tomadas algumas medidas, entre elas:

  1. O isolamento de pacientes portadores de infecção é uma das formas de se prevenir a proliferação,
  2. Processos de desinfecção e limpeza corretos para diminuir as chances de desenvolvimento dos microrganismos,
  3. A higienização correta das mãos, tanto no modo de fazer quanto na frequência são fundamentais para se evitar infecção. Te ensinamos como deve ser feita a limpeza correta logo abaixo! Continue lendo

Lembre-se, qualquer pessoa pode ter infecção, porém, existem algumas pessoas que devido sua fragilidade fisiológica estão mais susceptíveis. Veja alguns exemplos:

  • Idosos,
  • Diabéticos,
  • Pessoas transplantadas,
  • Pacientes oncológicos,
  • Recém-nascidos.

E em casa, o que pode ser feito?

Já em ambientes domésticos, o uso abusivo e incorreto de antibióticos continua sendo um problema enfrentando pelos profissionais da saúde, principalmente porque esta prática acaba favorecendo o surgimento de microrganismos ultra resistentes que são muito mais difíceis de serem abordados no tratamento de infecções.

Por isso é muito importante que as condutas na antibioticoterapia sejam realizadas sobre a orientação e supervisão de profissionais da saúde, porque com a prática da automedicação ou a medicação orientada de forma errada o problema que está sendo tratado em questão pode até se agravar. Esta é uma informação que precisa ser reforçada sempre para que as pessoas realmente entendam que para tratamento ser eficaz, ele precisa ser bem feito.

Hoje, consideramos duas hipóteses: infecções que são associadas ao cuidado com a saúde e as infecções hospitalares em questão. Como existe um histórico de infecções em ambiente hospitalar, esse fator acaba favorecendo a escolha do atendimento domiciliar. Outras opções são clínicas e os ambulatórios, mas a preferência do cliente e familiares é sempre o atendimento em casa, que hoje pode possibilitar estrutura de equipamentos, medicamentos e segurança que o paciente precisa. Ter esse conforto em casa sabendo que existe toda uma estrutura humana também, com pessoas que estão ali, à disposição e prontas para ajudar é sempre muito mais confortável. Trabalhamos com profissionais qualificados e experientes na prática da antibioticoterapia.

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As infecções por bactérias multirresistentes, tanto em ambiente hospitalar, quanto em domicílio ocorrem pelos mesmos microrganismos, dizer que são mais resistentes não significa que fazem mais mal ao paciente e sim que são mais difíceis de serem tratadas.

Os pacientes que estão mais propensos a desenvolverem a infecção ficam mais susceptíveis porque as partes do organismo que tem mais flora bacteriana como intestino, boca, pele, os órgãos quentes e úmidos, quando recebem os antibióticos, simplesmente destroem essa flora, e neste momento as bactérias e fungos agem e se proliferam sem dificuldade.

Para os profissionais e familiares que cuidam e convivem com estes pacientes o principal cuidado é lavar rigorosamente e sempre as mãos com álcool em gel, para que a s bactérias não colonizem ali e eles também virem alvos da infecção.

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E como deve ser feita a limpeza correta das mãos?

Umedeça antes de usar o sabão, líquido de preferência. Em seguida, esfregue cuidadosamente todas as partes: palma, dorso, dedos e entre os dedos também. Se a unha estiver grande é importante limpar embaixo das mesmas, pode-se utilizar uma espátula para fazer esta limpeza. Enxague com os dedos para cima.

Use tolhas de papel para enxugar as mãos e também para fechar a torneira. Lembre-se, não adianta limpar as mãos e depois tocar na torneira infectada.

Na prática, muitas vezes esse cuidado simples e básicos não é tomada e por mais que a rotina seja corrida, é importante ter esse cuidado todas as vezes que tiver contato com o paciente.

Devemos considerar também a orientação do médico com relação a visitações, uma vez que muitas vezes não consideramos que muitas vezes são os visitantes que levam às infecções, e este é um dado real.

A Antibioticoterapia

Recomendada em qualquer fase da doença, a antibioticoterapia pode ser mais eficaz se for iniciada na primeira semana em que se percebem os sintomas por isso, a qualquer sinal de alguma infecção procure o seu médico de confiança, ou entre em contato conosco que iremos te redirecionar para nossa equipe. A antibioticoterapia é de grande relevância para se evitar complicações.injecao-antibiotico

Existem no mercado uma infinidade de opções de medicamentos que são ofertados e isto pode causar um pouco de dúvida e insegurança sobre o seu uso. Converse sempre com o seu médico que poderá esclarecer todas as dúvidas. É normal que se tenha uma padronização de antibióticos que são mais usuais, escolha junto com seu médico alguns de acordo com as infecções que serão tratadas.

Como surgem novas opções, é bom verificar se ele irá acrescentar alguma coisa ao tratamento, a dica é se informar sobre a nova droga que será divulgada e comparar com que utilizada no medicamento atual.

Existe na antibioticoterapia classificações quanto ao tipo de medicamento que será administrado, alguns combatem a um determinado tipo de bactéria, outros terão uma ação mais ampla, são as chamadas largo espectro, pois agem em uma gama maior de microrganismos. Para esses antibióticos a via de administração mais utilizada é a venosa, por isso mais utilizados no ambiente hospitalar.

Contudo, é possível e altamente seguro que esse tratamento seja feito no âmbito domiciliar. O número de pacientes que optam por esse tratamento feito em casa tem crescido a cada ano.

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7 dicas para prevenir infecções por parte dos profissionais da saúde

  1. Use o jaleco fechado e retire durante as refeições,
  2. Use calçados fechados,
  3. Cabelos presos,
  4. Não use nada do paciente e evite sentar nos locais que ele utiliza,
  5. Evite acessórios como brincos e bijuterias,
  6. Mantenha as unhas sempre limpas e curtas,
  7. E por fim, comunique qualquer alteração no quadro do paciente que for observada.

Outras dicas de práticas preventivas dos cuidadores, visitantes e familiares

– As situações em que são recomendadas a lavagem das mãos são: chegou para visitar, ao sair da visita, antes e após refeições, antes e depois de usar o banheiro, se tocou em alguma parte do corpo ou cabelo, antes de preparar medicamentos e antes de administrá-los também, antes e depois de realizar curativos

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